Como ja era de se esperar, parte dos meus posts nesse bagai vão ser sobre games, porque nossa turma é um grande bando de nerds.
Logo, que melhor maneira de começar do que falando sobre o mais recente jogo adicionado a minha querida e estimada listinha da Steam; Dishonored. Como o jogo tem muitos aspectos, vou dividir esse post em partes, detalhando cada um conforme vou jogando...
O jogo é uma mistura de ação stealth com ação ação e com bem pouquinhos elementos de RPG.
Ele se passa num mundo fictício, na cidade de Dunwall, uma representação meio Steampunk de Londres no século XVII (17, pra facilitar). Você joga como Corvo Attano (porque, claro, quando precisamos de um nome exótico pra um personagem, va para esses países da América do Sul em busca de palavras), que é o protetor da Imperatriz.
No começo do jogo (Não é spoiler, isso ta em todas as sinópses) a benevolente, altruísta e exemplar governante é assassinada, e a culpa é colocada em você. Durante os meses em que Corvo está preso, uma praga terrível advinda de ratos dominou a cidade, que agora é governada pelo Lorde Regente tirano (lógico ¬¬)...
Após escapar a prisão, Corvo recebe equipamentos de um grupo de figuras influentes, ainda leais ao governo da família real, cuja única herdeira é Lady Emily, que sumiu após sua mãe ser morta. E também recebe poderes de uma enigmática entidade conhecida como "The Outsider".
Mas chega de Lore, vamos falar de Gameplay aqui.
O jogo é uma mistura de Deus Ex: Human Revolution, Bioshock e Half-Life 2... Pega aspectos de cada um dessses e cria uma mistura muito divertida e gostosa de se jogar.
Ele empresta de Deus Ex o elemento furtivo, que é bem mais flexível em Dishonored. Deus Ex era um tanto quanto limitante em questão de como passar por obstáculos, pois você sempre tem 3 opções:
- Passar de fininho pelos guardas, tranquilizando/matando eles
- Passar de fininho sem dar sinal de existência, nem relando nos guardas
- Rambo Style
- A famosa Rota Alternativa (que em 85,3% das vezes vai ser um duto de ventilação do tamanho ideal para um ser humano)
Dishonored, porém, é muito mais orgânico e intuitivo em seu desenvolvimento. Você não procura pela 'Rota Alternativa' que você sabe que está la... Pois não existe sequer a rota principal. Você, com seu pensamento, faz a rota. O que significa que o elemento stealth é muito mais interessante e intuitivo. Passar pelos telhados, por dentro dos prédios, ou ir sumindo com os guardas um por um, a escolha é sua. E com os poderes (vou me aprofundar em outro post) tais como Blink, que é um quase-teleport, sua movimentação horizontal e vertical se torna muito interessante e flúida.
No meu jogo estou tentando matar o menor numero de pessoas possível, o que afeta diretamente partes futuras do game. Tento eliminar os guardas de uma área sistematicamente antes de explora-la por completo. Faço grande uso do Blink e do Parkour do personagem pra passar desapercebido pela maioria dos lugares. O Blink, por sinal, é tão útil, divertido e fácil de se usar, que eu quase esqueço dos outros poderes e acabo fazendo uso apenas de meu teleport e de minah habilidade de enforcar guardas não-letalmente.
Bem... Essa é a primeira parte do First Impressions... A próxima vem amanha, vou falar mais dos poderes e elementos remetentes a Bioshock
Bjundas e até mais ^^
chutou bundas, maxa...
ResponderExcluirlegal o review!