terça-feira, 23 de outubro de 2012

O que nos impede?

Hoje, minha ultima aula demorou, e peguei o onibus que costumava pegar no primeiro semestre, que passa bem próximo a rua de casa. Nele, todo dia, sempre havia uma turma de estudantes de outra cidade, entre eles, uma garota. Sempre a achei uma garota muito bonita, senão linda, porem nunca conheci ela alem da vista.

Após um tempo sem pegar esse bus., lá estava ela hoje novamente, dessa vez com uma amiga. E enquanto eu estava de fones, com música, pude ouvir ela dizendo para a amiga que tinah vergonha de usar bikini na praia, pois não gostava de seu corpo...

Na hora, tive vontade de virar para tras, olhar pra ela e dizer que essa era a ultima coisa da qual ela deveria ter vergonha, pois ela é linda... (Obs que linda é diferente de gostosa, para os leigos)

No entanto... Nada fiz... Poderia ter feito. Poderia ter leh soltado um elogio que provavelmente lhe faria sorrir. Mas porque não fiz isso? O que nos impede de nos comunicar com os outros? Mesmo que seja de maneira positiva...

sábado, 20 de outubro de 2012

Resumo de 2012 no quesito games... Até agora...

Como não é obrigação de vocês ter que ficar aturando meus pensamentos depressivos, então vou tentar quebrar o combo com alguma coisa reelevante.

Por pura e simples falta do que fazer, resolvi resumir os lançamentos de 2012 que eu adquiri em algumas linhas. Ainda falta Hitman Absolution, mas eu tive essa idéia agora e vou por em prática antes que eu perca a vontade...

Diablo III:
Bem diferente do 1 e do 2. Menos coisas chatas que te irritam. Ambientes e inimigos variados. Tentativa válida de fazer um plot funcionar e oferecer quests variadas e interessantes. Classes bem distintas entre si. Dublagem e tradução excelentes, melhores do que Starcraft II. Infelizmente o sistema de drop deixa a desejar. Itens bons raramente aparecem e você quase nunca troca de equipamento. Pra um jogo cuja idéia é troca de itens frenética, isso é meio... Chato...

Skyrim: Dawnguard e Hearthfire:
Dawnguard é a primeira expansão de conteúdo e quests do jogo. Crossbows são fodas, mesmo não sendo vendidas nas lojas principais. O cavalo novo é extremamente Darksiders. Foi o unico momento em que ter uma follower não me incomodou no game. Não zerei a quest porque perdi meu save. Não usei os poderes de vampiro porque meu personagem é neutral good e não pode fazer isso... Merda de conscicencia...
Hearthfire... Não é exatamente The Sims em Skyrim, mas é legal poder montar sua casa e enfeitar ela com cadáveres de seus oponentes... Só que gasta uma grana foda.

Transformers: Fall of Cybertron:
Bota o primeiro no chinelo. As fases são focadas mais em um personagem só e no que ele pode fazer, então elas são bem mais variadas. Sistema de upgrade de armas ajuda no fator replay. Muitos momentos engraçados de verdade, que mesmo dando uma descontraída, ainda deixam o tom épico e sério do jogo intacto. Tem todas as trademarks de Transformers, cidades robos, dinossauros, combiners... Ah e o multiplayer chuta a bunda do Battlefield e Call of Duty...

Continuo com Darksiders II, Dishonored e XCOM: Enemy Unknown no próximo post...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Análise do sonho

Não sou nenhum especialista em psicologia, nem nada relacionado. Não entendo a natureza da mente humana.. Não julgo que sonhos sejam mais ou menos do que apenas projeções do subconsciente humanos durante o sono.

Nesta terça feira passada, parado na rua, num ponto de ônibus, dei-me de encontro com uma fina chuva gelada. Enquanto a reação de qualquer um seria procurar por cobertura, apenas fiquei ali. Sentado naquele banco de pedra, em meio ao entardecer, escurecido pelas nuvens que traziam consigo gotas e memórias.

Em meu gasto porém fiel celular, tocava uma série de músicas que ressoavam dos fones de ouvido, para minha mente. Musicas que, junto da chuva trouxeram de volta memórias de eventos passados que, embora me trouxeram grande alegria, naquele dia me trouxeram saudade e tristeza. Quando meu onibus chegou, logo esfreguei qualquer início de lágriam de meu rosto e subi para meu destino.

No passar de um dia para o outro, porém, minha mente e concentração foram quebradas por algo. Existem vários tipos de sonhos... Existem aqueles em que você sabe que está sonhando, existem os sonhos abstratos, existem os sonhos de memórias... E existem os sonhos realistas.

Podem não ser referentes a nenhuma experiência atual de sua vida, porém... Sua mente lhe convence de que tudo aquilo realmente está acontecendo... Períodos desde horas até anos podem se passar sem que por um segundo você duvide da veracidade dos fatos apresentados a você. As vezes eles podem representar situações impossíveis, outras vezes representam situações plausíveis.

No meu caso... Naquela noite, foram ambos... Algo que é teóricamente plausível, porem a minha visão e mundo, minha mentalidade e minha vida insistem em me provar que cada vez se torna mais impossível... Aqueles mais próximos sabem exatamente do que estou falando...

A realidade que eu vivia naquele momento preenchia o unico vazio que existe na minha alma atualmente. Eu estava em paz. Feliz. Contente. Era apenas aquilo que faltava. Para mim... Era tudo que eu precisava. O que pareceram horas, que podem ser resumidas em um momento na narrativa deste sonho, passaram. Por momento algum duvidei daquilo que estava diante de meus olhos e do que eu sentia... Finalmente havia encontrado alívio para a dor que me perturbava por dias.

Foi então que, com o som estridente de um despertador, a realidade arremessou uma pedra contra o espelho da minha felicidade. Ao invés de contemplar o reflexo dos meus desejos, apenas pude ver uma janela, através da qual um mundo diferente estava, o mundo real. Toda a ilusão se foi em um abrir de olhos. Levantei-me e olhei ao redor. Iluminado pela meia luz vinda da janela, vi apenas meu quarto escuro, desarrumado e abafado.

Não existem palavras que podem descrever a frustração que se abateu sobre mim naquele momento. E durante o resto do dia todo. Ja custei a acreditar que palavras poderiam ferir mais do que cortes... Eu estava errado, e admito. Porém nunca pensei que a maior dor poderia ser infligida a mim pelo meu proprio consciente...


Ja estou prevendo que vou ter muita atividade neste blog. Ja peço desculpas antecipadamente... E para aqueles que me veem e podem achar estranho... Lembrem-se de que há hemorragias externas e internas...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Atraso de Dishonored, e a vida...

Bem o post sobre Dishonored parte 2 está evidentemente atrasado... sorry... Apenas esqueci... Esqueço de muitas coisas... Isso é parte da minha vida... Parte de mim. Esquecer de coisas. Abandonar projetos. Abandonar idéias. Abandonar... Desistir talvez...

Esqueço de muitas coisas da vida, a não ser que elas me relembrem constantemente de que elas próprias existem. Esqueço de trabalhos, de trocar lâmpadas, de datas de aniversários. Porém não esqueço de memórias. Não esqueço de dores. Não esqueço de vergonhas e ódio. Os sentimentos que deixam sua marca em uma alma.

Não tenho o que reclamar da minha vida. Tenho amigos incríveis. Adoro meu curso na faculdade. A situação em casa nunca esteve melhor. Faço o que gosto e não me sinto mal por isso. Então por que sinto esse vazio? Certo, pergunta idiota... Eu sei por que sinto esse vazio... Sei, e tento fingir que não, sei e tento esquecer disso e me concentrar no que eu tenho, como qualquer um faria. Mas eu não sou qualquer um. Eu sou ingrato, sempre querendo mais. Não consigo encontrar a solução. A resposta para a pergunta "O que eu faço de errado?" Embora muitos me digam que não há nada errado. Sim... Há...

São os sinais... Os momentos em que o exterior frio e seco esconde as fraquezas na estrutura. Esconde as rachaduras na fundação. Sinto dúvida. Será que sou uma pessoa feliz com momentos tristes. Ou uma pessoa triste com eventuais momentos felizes? Quem vê por fora vê a primeira. Mas cada vez mais penso que a segunda é a mais correta.

Não pensar, ignorar. Ja não consigo mais fazer isso. A cada momento de distração, entre risadas e comentários, entre anotações numa aula ou cliques no PC, entre abrir e fehcar o celular ou entre goles d'água. A cada momento o pensamento, o vazio aparece, volta, me lembra de sua existência. Então sinto tristeza, preenchendo o espaço vazio que tem em minha alma, que deveria ser preenchido por outra coisa. E sinto ódio. Raiva pura e concentrada. De mim. Porque não posso ser melhor? Porque não percebo onde estou errando? Porque as memórias felizes me trazem tristeza ao invés de felicidade?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Universos fictícios: Do Android Dream of Electric Sheep? / Blade Runner

        Olá pessoas, irei hoje, a exemplo do sr. Maxa, estrear meus posts de fato (que a Intimação não conta) expressando meu gosto por nerdices e agregados. Opto por uma temática de Universos Fictícios que dá margem a enumerar e introduzir algumas produções fantasiosas da mídia geral, desde filmes a séries, passando por animações, HQ's e livros.

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capa do livro de P.K.Dick
      Sem delongas, o primeiro a ser comentado é ligeiramente conhecido e pode já estar presente no imaginário de alguns: o universo pós-nuclear de "Do Android Dream of Electric Sheep?" ou Blade Runner. Trata-se de um romance de ficção científica de 1968, escrito por Philip K. Dick, o qual foi, felizmente, estendido e adaptado para o cinema hollywoodiano pelo célebre diretor Ridley Scott, em 1982. Numa pincelada superficial, se tem um enredo enigmático sobre um planeta Terra desolado; os EUA, ambiente da história, estão transbordando de luzes e veículos voadores (concretizados no longa-metragem por maquetes e técnicas tradicionais das produções sci-fi). É lindo e impactante perceber como paira no ar um clima sombrio (Noir): a urbanização exagerada e a tecnologia, antigos símbolos de progresso, impõe um sentimento opressor e estranhamente inumano que nos impele à pergunta típica da época: "o progresso nos levará à auto-destruição?". 
         Não comentarei sobre a história do filme em si, uma vez que talvez seja mais proveitoso mostrar um pouquinho do que senti ao ler e assistir conteúdos sobre o universo inaugurado por Philip e enriquecido por Ridley Scott. É necessário, para tanto, explicar como Los Angeles, local principal da história, é uma representação de fracasso total, de derrota da perspectiva otimista de que nós, a humanidade, poderíamos controlar a natureza e, assim, solucionarmos todas as instâncias, das filosóficas às práticas, de nossos problemas. A cidade dos anjos está imersa numa situação insustentável de poluição nuclear, o que conduz a humanidade à doença e à esterilidade. Um inferno poeirento e abandonado: é isto que restou do sonho humano de legitimar um individualismo extremo e conquistar sua essência numa busca indeterminada pelo "progresso científico".
Los Angeles
     
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     A presença determinante no Universo Blade Runner são os replicantes, seu papel social e as problemáticas daí originadas. Primeiramente, replicantes são, em essência, seres orgânicos indistinguíveis dos humanos criados por meios artificiais pela corporação Tyrell e outros grandes fabricantes. Seu status social é de propriedade, quer dizer, são escravos, e sua função inicial era a de mergulhar e combater em conflitos de intensidade e escala inéditas, batalhas estas que conduziram o globo terrestre ao estado mórbido o qual nos é apresentado no filme. Após, no entanto, o término da guerra, os replicantes tiveram modificações fundamentais em sua função: ramificaram-se em trabalhos perigosos demais, servis ou de prazer. Há, porém, uma restrição: a presença de replicantes não é tolerada no planeta Terra (sob pena de execução), mas somente nas colônias espaciais - estas símbolo de esperança e recomeço da humanidade.
Deckard interpretado por Harrison Ford
     Finalmente, Blade Runner é uma profissão especializada na caça e extermínio de replicantes ilegais vagando pelo planeta. Tal prática é, aliás, legalmente nomeada, não de "execução", mas de "afastamento", o que marca fortemente o caráter de propriedade atribuído aos replicantes.
    Quanto a aspectos técnicos, os replicantes mais recentes possuem implantes de memória e duração de quatro anos; pensam, sentem, choram, riem: expressam tamanha humanidade que o lema elaborado pela Tyrell Corp. foi "mais humanos que os humanos". Enfim, são seres vivos e inteligentes. "Blade Runner/Do Antroid Dream of Electric Sheep?" apresentam conflitos éticos e morais extremos nesta instância da história, sendo a questão mais impactante, justamente: "o que difere um replicante de um humano ou o que justifica o chamado afastamento?". Deckard, o protagonista do romance/longa, tenta justificar seus extermínios afirmando que os replicantes são destituídos de empatia. Philip K. Dick, porém, busca, por outro viés, diferenciar um ser programável e reflexivo (androide) de um ser humano: para ele, androide é metáfora de pessoa fisiologicamente humana, mas com comportamento desumano; o autor também afirma “(…) o que define androide e humano não é a sua origem, maquínica ou orgânica, mas sim as ações, rígidas ou empáticas, perante os seus semelhantes. Um androide pode agir humanamente tanto quanto um humano [...] pode comportar-se como um androide” (Dick, 2006: 13-14)". Assim, se a diferença não pertence à ordem da natureza, mas sim à ordem da ação, poderia um replicante possuir mais humanidade que um humano, em função de sua história pessoal? É legítimo caçar replicantes? Bem, a partir dessas dúvidas na cabeça, vale conhecer por si mesmo as produções.

     Espero que não tenha sido muito chato. rsrs
     Abraço, gente!






      


    

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dishonored - 'Primeiras' Impressões Parte 1 - Stealth

Como ja era de se esperar, parte dos meus posts nesse bagai vão ser sobre games, porque nossa turma é um grande bando de nerds.

Logo, que melhor maneira de começar do que falando sobre o mais recente jogo adicionado a minha querida e estimada listinha da Steam; Dishonored. Como o jogo tem muitos aspectos, vou dividir esse post em partes, detalhando cada um conforme vou jogando...





O jogo é uma mistura de ação stealth com ação ação e com bem pouquinhos elementos de RPG.

Ele se passa num mundo fictício, na cidade de Dunwall, uma representação meio Steampunk de Londres no século XVII (17, pra facilitar). Você joga como Corvo Attano (porque, claro, quando precisamos de um nome exótico pra um personagem, va para esses países da América do Sul em busca de palavras), que é o protetor da Imperatriz.
No começo do jogo (Não é spoiler, isso ta em todas as sinópses) a benevolente, altruísta e exemplar governante é assassinada, e a culpa é colocada em você. Durante os meses em que Corvo está preso, uma praga terrível advinda de ratos dominou a cidade, que agora é governada pelo Lorde Regente tirano (lógico ¬¬)...
Após escapar a prisão, Corvo recebe equipamentos de um grupo de figuras influentes, ainda leais ao governo da família real, cuja única herdeira é Lady Emily, que sumiu após sua mãe ser morta. E também recebe poderes de uma enigmática entidade conhecida como "The Outsider".

Mas chega de Lore, vamos falar de Gameplay aqui.
O jogo é uma mistura de Deus Ex: Human Revolution, Bioshock e Half-Life 2... Pega aspectos de cada um dessses e cria uma mistura muito divertida e gostosa de se jogar.

Ele empresta de Deus Ex o elemento furtivo, que é bem mais flexível em Dishonored. Deus Ex era um tanto quanto limitante em questão de como passar por obstáculos, pois você sempre tem 3 opções:
- Passar de fininho pelos guardas, tranquilizando/matando eles
- Passar de fininho sem dar sinal de existência, nem relando nos guardas
- Rambo Style
- A famosa Rota Alternativa (que em 85,3% das vezes vai ser um duto de ventilação do tamanho ideal para um ser humano)

Dishonored, porém, é muito mais orgânico e intuitivo em seu desenvolvimento. Você não procura pela 'Rota Alternativa' que você sabe que está la... Pois não existe sequer a rota principal. Você, com seu pensamento, faz a rota. O que significa que o elemento stealth é muito mais interessante e intuitivo. Passar pelos telhados, por dentro dos prédios, ou ir sumindo com os guardas um por um, a escolha é sua. E com os poderes (vou me aprofundar em outro post) tais como Blink, que é um quase-teleport, sua movimentação horizontal e vertical se torna muito interessante e flúida.

No meu jogo estou tentando matar o menor numero de pessoas possível, o que afeta diretamente partes futuras do game. Tento eliminar os guardas de uma área sistematicamente antes de explora-la por completo. Faço grande uso do Blink e do Parkour do personagem pra passar desapercebido pela maioria dos lugares. O Blink, por sinal, é tão útil, divertido e fácil de se usar, que eu quase esqueço dos outros poderes e acabo fazendo uso apenas de meu teleport e de minah habilidade de enforcar guardas não-letalmente.

Bem... Essa é a primeira parte do First Impressions... A próxima vem amanha, vou falar mais dos poderes e elementos remetentes a Bioshock

Bjundas e até mais ^^

sábado, 6 de outubro de 2012

Primeiro Post do MAXA

Uhuuuul o/ Esta tomando FORMA...

É só uma questão de tempo...

Bem, o nosso amigo Chaaaaaaaaaaala deu a idéia de postar a foto do SCP 173 (A.K.A A Estátua) Porém, como somos caras muito legais, achamos maldade com vocês, público mais sensível.

Então resolvi postar algo mais TAME pra vcs meus queridos Nhamíferos

Intimação!

Olá, nhamigos! 

Bem, estou aqui, mas primeiro, o que é "aqui"? O Nháaaaaa busca ser um espaço livre para a troca de brisas da entidade "nhá".

O "Nhá", originalmente nomeado no facebook para o contato da galerê, é composto por nhámigos, estes que também respondem sem grandes dificuldades à classificação "seres estranhos"! Somos nós, não é lindo?!

Enfim, para mostrar a origem da ideia e a VERDADEIRA INTIMAÇÃO, ouçam o papo que eu e o sr. Maxado tivemos - e gravamos! - durante a tarde do dia 05 de Outubro (vulgo Ontem)

eis o link:
www.aindanaotemosolink.com.br

p.s.: não precisam (nem é recomendável para vossa sanidade emocional) que ouçam toda a conversa.