sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Robôs Gigantes - Parte 2

Sentado no colchão. Naquela época, dormiamos na sala. Estava brincando com meus LEGOs enquanto o pessoal assistia HBO. Nem estava dando atenção a TV. Era em torno de 8 da noite. Então acaba um filme, série, whatever que estava passando e começa uma música... Diferente?

Ela me chamou atenção à tela quase que imediatamente.


(nostalgia matando aqui)

Imaginem eu. 5 aninhos... Menos talvez? Adorava animais, queria ser veterinário mais do que tudo. Montava zóológicos no quintal com miniaturas. E nem preciso falar sobre Robôs... Essa fascinação maldita que surgiu do nada na minha vida... Ai eu vejo... As duas coisas... Que eu mais adorava... JUNTAS?

Me tornei fã dessa série imediatamente. Nem sabia o que significava fã ou série nessa época. Enquanto a galera da minha idade via Barney, o dinossauro roxo ensinando o valor de amar, dividir e coisas assim... Eu assistia Megatron, o dinossauro roxo, virando um robô assassino e lutando com um exército composto de uma abelha, um pterodactil, uma aranha e um escorpião, contra um rinoceronte, um rato, uma chita e um velocirraptor liderados por um gorila... (frase que não se lê todo dia)

Um belo dia de tarde, minha mãe foi comigo até o centro, a famosa São Luis, para ver umas coisas. Eu, claro, fiz a cara de dó e pedi (A.K.A: Implorei) para irmos à Casa dos Descontos, o lugar dos brinquedos 'caros', o outro era o camelódromo.

Ela concordou e, chegando lá, ja estava o pequeno eu, procurando pro novidades, lançamentos, qualquer coisa... De preferência relacionada a robôs ou animais... As prateleiras repletas de coisas. Power Rangers, Hot Wheels... Bla bla bla...
Então, no segundo corredor da esquerda para a direita, logo na ponta... eu vejo isso:





O desenho me veio a mente na hora. Olhei para mamãe com aquela cara de novo. Não demoramos a pegar 3... Uma aguia, um siri e um besouro, dos quais ainda tenho a aguia e o besouro até hoje.
Fiquei maravilhado... Não acreditava no que eu tinah nas mãos... Eles... Do desenho... Aqui... Em casa... Assim começou o segundo capítulo da minha vida de robôs gigantes...

Robôs gigantes... Parte 1

Ola pessoas. La estava eu, fuçando na infinidade imbecil do Youtube e encontrei um vídeo singelo, de um reviewer de Transformers

Esse vídeo, caso alguem se interesse...


Esses são 'Insecto-Bots' são cópias baratas de Transformers que você achava em lojas de 1,99 por ai. Mas qual a importância? Porque esse vídeo dentre tantos outros?

Eu tinha... Todos... Essas porcarias... Me lembro bem.

Os que mais me lembro de brincar são o douradinho e o verde, se procurar, encontro eles até hoje, talvez. O cinza lembro-me de ter levado comigo à uma reunião na escola da minha tia uma vez. O amarelo eu levei para a chácara do meu tio, até que ele caiu na piscina... Com a qualidade deles, me impressiono que não derreteu.  O vermelho era o menos vagabundo de todos, lembro que ele quebrou, não lembro como. O azul estava comigo em uma visita que fiz com meu pai a uma chácara, ou sítio. Detalhes me faltam, mas me lembro de um dia de céu azul, a sombra de uma árvore, e um sujeito estranho de chapéu e óculos escuros. O robozinho quase caiu num laguinho que tinha no local e lembro-me de ter quase perdido ele na grama.

Porque lembro de tantos detalhes? Não sei... Mas esse vídeo me lembrou de épocas há muito passadas... Então eu paro. E penso. Isso foi antes de Beast Wars, antes de eu saber que sequer existiam transformers. Eu olho para minha esquerda e vejo meus model kits de Gundams, montados e pintados pela minha mão (e a da Lari)... Atras deles, está a forma enorme do EVA-01, rifle na mão, boca aberta, após tantos meses sem pintura e um braço quebrado, não perdeu seu valor para mim...

Olho para cima e vejo minha coleção. Transformers de verdade, todos com qualidade exímia se comparados a essas coisas terríveis no vídeo... E pensar que as vezes reclamo de falta de detalhes ou juntas moles em alguns...

Olho para a direita e, sobre o meu PC, está meu primeiro robô da vida. Ele começou tudo isso. Um sujeito amarelinho, parrudo, sem armas nem nada, feito de borracha. Ele que por muitos anos fez parte de minhas brincadeiras... E ainda está aqui ele, hoje... Inteiro... Não sei quem ele é ou de que desenho ou universo. Não importa. Ele é pra mim um início. O início de mais do que um hobby nerd. O início do que posso chamar de um interesse, uma fascinação...

Continua...

domingo, 27 de janeiro de 2013

Morros e Depressões

Madrugada, falta de sono, eventualmente me vem vontade de escrever.

Podia muito bem escrever isso no meu blog pessoal, pois é um assunto de pura importancia sentimental minha, e com certeza vocês não tem que ficar aguentando a ocupação constante de espaço desse blog com pensamentos e monólogos...

Porque vou escrever aqui? Não sei...

Fiz uma versão minha de um Quadrinho Raso do ultimo post, mas... Resolvi não por aqui... Muita fossa, mas talvez esse post tambem seja... E seja bem comprido...

Os ultimos meses pra mim tem sido uma montanha russa de altos e baixos na vida. O porem é que eles vem e vão no espaço de horas. 2012 acabou. O Ano da Decepção acabou em uma decepção, o mundo continua aqui.

Desde o meio do ano passado pra cá minhas alterações de humor são frequentes e absurdas. Quando estou com amigos por perto não tenho tempo nem interesse de me concentrar nos pensamentos menos positivos que abrigam minha mente constantemente. Não tenho do que reclamar em grande parte. Meu curso vai bem, amo meus amigos, em questões aquisitivas, tambem nada mal. Continuo um muleque vagabundo sustentado pela mãe, que vai 'se formar' esse ano, passa o dia no PC, ou bruncando com robos de plastico. Admito isso, é da minha natureza, é quem eu sou agora. Posso mudar, e provavelmente vou. Tudo muda...

Nesses dias em que tudo muda, as vezes existem constantes. Coisas que permanecem as mesmas. Nem sempre são boas. Uma constante na minha vida é um medo. Um medo frequente, incessante, opressor. A cada minuto que passo acordado esse medo permanece no fundo da minha cabeça, me lembrando sempre que ele está ali. As vezes ele demora a aparecer, ou a presença de gente querida por perto as vezes reprime um pouco, mas ele esta la... E ele sempre volta.

Esse medo... Medo de que algo não se realize... Algo que irá me completar... Esse medo consegue acabar com fé. Destruir esperança. Desmotivar, enfraquecer... Gerar raiva, ódio... Ódio de mim e de outros.

Agora o sono chega e eu corto o texto no meio... Ou em um quarto... Não sei ao certo... Vejo vocês mais tarde.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Minha... infância?

Estava eu, sem nada pra fazer, olhando coisas idiotas na net, quando vi um jogo que me deixou... intrigado.
Aparentemente, saiu a pouco tempo e o povo ta gostando...


Com um nome bem simpático, gráficos simplórios e gritos macabros (e bem chatos, também), fiquei com vontade de compartilhar com meus amiguinhos.





















"Ai meu deus, um jogo dos teletubbies... KKK deve ser horripilante..........."


















^^'







O objetivo do jogo é procurar, naquele lugar bizarro, onde vivem aquelas criaturas, 10 tigelas de creminho gostoso(...) e não ser pego pelo Tinky Winky.



O jogo é bem tosco, mas consegue assustar bem.. Se alguém pensar em jogar, chame minha pessoa.. Quero assistir *-*


Deixarei um vídeo de dois bocós (do blog leninja) jogando Multiplayer:




(Obs: Não assista com o som alto.. Durante o jogo, surgem gritos muito altos e chatos.)




sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ah, o interiooooorr...

(NA VERDADE ESSE TEXTO FOI ESCRITO MESES ATRÁS E NÃO FOI POSTADO JUST BECAUSE)

Pensei comigo, relembrando, sobre uma onda de assaltos que aconteceram em Assis quando estava por lá. Aquilo me passou despercebido na época, até que vi uma reportagem que me acordou quanto o assunto: era sobre um homicídio à sangue frio.

Explico: repercutiu muito essa tal onda de assaltos: "não volta sozinho se for do noturno!", "tamo combinando carona", "roubaram minha bike", "invadiram a pensão"... a coisa estava tensa, e muitos dos ladrões inventavam de roubar de dia mesmo, na frente do "Tauste" de Assis, no comecinho da tarde...

Eu voltava sozinho. O bom era que era pertinho, coisa de 1 km. Um pulinho do campus até em casa. Ainda assim fiquei neurótico, de ouvido em pé e nada de relaxar com a paisagem (que paisagem? .-.), principalmente abrindo o portão. Não ajudava muito na insegurança morar no meio do mato...

O que dizer?? Violência nessa frequência naquele finzinho de mundo era bem preocupante, no mínimo. Dá pra dizer que é desesperador essa falta de liberdade.
Certas casas mais parecem fortalezas

Vocês acreditam que eu nunca fui roubado nem furtado, assim, na rua?? Bastante sorte...
já andaram tranquilos de madrugada? eu já... : voltar do Berlim (1 km de comércio e 8 de bairro?), por exemplo, era bem tranquilo pra mim. só não sei se por ingenuidade, ignorância ou outra coisa... 

É viável madrugar nas ruas de Mariliópolis?
Onde / em que ruas ?


...

"Um padre foi amarrado e amordaçado por assaltantes por volta das 6h30 desta quarta-feira em Assis, a 451 km de São Paulo. De acordo com ao Boletim de Ocorrência, o padre Reginaldo Nascimento, 43 anos, foi rendido por três homens armados e encapuzados."
(FONTE: Terra. 10/10/2012)


"Um frentista morreu após levar um tiro durante uma tentativa de assalto em posto de combustíveis em Assis, SP, na noite desta segunda-feira (30). Segundo a polícia, imagens do circuito de segurança registraram a ação dos criminosos."
(FONTE: Globo. 01/05/2012)













Revitalizando!!

Olá, pequenos mancebos!! Chala here \o
Numa tentativa desesperada de dar uma chacoalhada (caraca, como essa palavra é estranha escrita) nesta página vou compartilhar uma aleatoriedade que acho que nem todos já tiveram a oportunidade de ver (exceto por uma compilação daquele joguinho da bicicleta que acho que a maioria assistiu):
His name is Peeeeew Die Piie... é um sujeitinho bem insano e simpático (e sueco também!) cujo canal no Youtube é dedicado ao gênero "Let's Play", mas ele não se perde analisando detalhes e sim externa para nós toda a porralouquice que guarda em seu coração. 

=]

Cá está um vídeo bom pra conhecer o trabalho do rapaz:


Paz!